terça-feira, 26 de agosto de 2008

O Horror...! O Horror...!

O horário eleitoral gratuito começou.

"deficiênte" e "ascíduo" lidos agora à noite nas legendas de alguns candidatos.

Fora a fauna em si, é claro.

5 comentários:

Roney disse...

A ignorância, é claro, assusta ou faz rir, depende do nosso humor na hora, mas me preocupa quando vou ver as posses de um candidato e ele tem...

...

Nada!!!???

A minha candidata a vereadora tem lá seus 600 mil em bens, mas tem uns com 50 anos que não conseguiram ser donos de nada! Nem de uma conta corrente?

Um deles tem um carro de dois mil Reais, mais nada. Nem 50 pratas no bolso.

Não voto nesses! Nem nos que tem 10 milhões de patrimônio sem ter vindo de uma família rica.

http://moourl.com/ihe89
http://www.excelencias.org.br/

Barone disse...

Excelente título, hehehehehe.

felipe disse...

Roney, alguém já até comentou isso: ter pouco dinheiro não é sinônimo de honestidade, mas de que não gerencia seus próprios bens corretamente (falavam do Molon).

Barone, a culpa é do Joseph Conrad. :) É o expiro final do personagem Kurtz, promovido a coronel no Apocalypse Now, vivido pelo Marlon Brando.

Carolina Vigna-Marú disse...

Felipe, o que o Roney tava falando era justamente o contrário: quem diz que não tem nada está mentindo.

Acho sim que este método do Roney é uma das formas de selecionar o joio do trigo mas considerando que na minha família mesmo tem exemplos e mais exemplos de pessoas que trabalham honestamente, ganham dinheiro, e não tem nada em seu nome, eu não levo isso muito a ferro e fogo. Tenho até mesmo um primo que, em comum acordo com a esposa, colocou todos os bens no nome do único filho com usofruto deles. Vc vai ver e os dois não tem nada. E na verdade não querem esconder nada de ninguém, só poupar aborrecimento e burocracia para o filho...

Eu gosto muito do Transparência Brasil - http://www.transparencia.org.br/

Bjins

Luiz Felipe Vasques disse...

Aaaaaaaaaahn tá!

Sim, é flórida. Basta dizer que o Garotchenho consegue não ter *nada* em sua declaração, ou quase...