A sequência de gags, quase como um sketch após o outro, contando as desventuras do Vagabundo para ajudar uma jovem e pobre florista cega por quem se apaixona, ainda faz rir quase 80 anos depois. Ao mesmo tempo, penalizamo-nos por ele, passando por várias situações para protegê-la. E a música, claro, é igualmente imortal.

Tem um dos melhores finais no cinema de todos os tempos, do tipo em que poucas, ou nenhuma (mesmo sendo um filme mudo) palavras são ditas. A sacada da mão é genial, genial. Não sabemos o que acontece depois do reconhecimento. Sob um certo aspecto, não precisa.
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